cantor: Zeca Baleiro
Compositor:Noel Rosa
O mundo me condena
E ninguém tem pena
Falando sempre mal do meu nome
Deixando de saber
Se eu vou morrer de sede
Ou se vou morrer de fome
Mas a filosofia
hoje me auxilia
A viver indiferente assim
Nessa prontidão sem fim
Vou fingindo que sou rico
Para ninguém zombar de mim
Não me interessa
que você me diga
que a sociedade
é minha inimiga
pois cantando neste mundo
vivo escravo do meu samba
muito embora vagabundo.
Quanto a você
da aristocracia
que tem dinheiro
mas não compra alegria
há de viver eternamente
sendo escravo desta gente
Que cultiva hipocrisia.
O MUNDO NOS CONDENA
O eu lirico é um sujeito que sofre, passa fome, é sambista, e muitas vezes é criticado pela sociedade que não o conhece, uma sociedade focada no consumismo, no ter, e não percebe que o dinheiro não compra a felicidade e a alegria que ele busca ter com o auxilio da filosofia, para fingir muitas coisas, ou driblar as injustiças deste mundo, para obter um jeito melhor de não ser zombado pela sociedade, e é criticado pelo eu lirico em dizer que é sua inimiga muitas vezes por te dinheiro e não preocupar com quem vive a mercê da sociedade hipócrita que só pensa no ter, enquanto o pouco faz com que o eu lirico viva na simplicidade mais viva com alegria. A letra da musica está relacionada com o texto, com a evolução e o progresso onde muitos tem a dignidade de viver em uma sociedade onde vivem uma filosofia, a história da filosofia, onde cada um vive de uma forma diferente, e tem sua própria filosofia, sendo pobre ou rico, não importa, o importante é que o presente é melhor e superior se comparado ao passado, e o futuro sera bem melhor se comparado ao presente.
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